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O que acontece com os dados dos alunos

Nenhuma imagem, nome ou nota sai do aparelho — não porque prometemos, mas porque não existe servidor para onde mandar. O que isso significa na prática, inclusive o que você perde.

Toda ferramenta escolar diz que “leva a privacidade a sério”. A pergunta útil não é essa, é outra: para onde vão os dados? No AIproff a resposta é curta — não vão a lugar nenhum.

Não é promessa, é ausência de servidor

A correção inteira acontece dentro do navegador do seu celular: a imagem da câmera, a leitura das bolinhas, o cálculo da nota e a voz que a fala. Não há conta, não há login e não há endereço para onde uma imagem de prova pudesse ser enviada.

A diferença importa. Uma promessa de não usar seus dados depende de quem a fez continuar cumprindo. Não ter para onde mandar é uma propriedade da ferramenta — dá para verificar pondo o celular em modo avião e corrigindo uma prova inteira assim.

Onde as coisas ficam guardadas

O que você perde com isso

Vale dizer o outro lado, porque ele é real. Sem servidor, não há backup automático: se você trocar de celular, limpar os dados do navegador ou desinstalar, as sessões guardadas somem. Não há como recuperá-las, porque não existe cópia nossa.

Também não dá para começar a correção num aparelho e terminar em outro, nem compartilhar o resumo da turma com outra professora pelo próprio aplicativo. Essas são exatamente as coisas que um servidor traria — junto com a obrigação de guardar dado de aluno em algum lugar.

Se o seu navegador estiver com pouco espaço, ele pode apagar dados de sites que você não usa há tempo. Antes de fechar uma turma, anote as notas onde você já anota.

O que isso quer dizer para a escola

Na prática, usar o AIproff não cria tratamento de dado pessoal por terceiro: os dados não passam por nós em momento nenhum. O que continua valendo é o cuidado de sempre com o aparelho em si — tela bloqueada, e a mesma prudência que você já tem com a caderneta de notas.

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